Categoria: Saúde

A corrida e os pés…

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 Olhe para os seus pés, com muita atenção. Tire os sapatos e os meios e observe essas “coisas” nodosas e inestéticos situados no fim das pernas. Os pés são a estrutura ósseo mais complexo de todo o corpo, compreendendo vinte e seis ossos diferentes, inúmeras emulações, ligamentos, músculos, nervos e tecidos moles para suavizar o contacto com o solo (os almofadas do planto do pé).

PNL e prestação no desporto..

Primeiro que tudo e estão todos (ou quase) a questionar o que é PNL? Traduzido «à letra» significa Programação Neurolinguística, e perguntam de novo… sim e isso é o quê? Ok, leiam o artigo até ao fim e vão perceber um pouco acerca desta ferramenta poderosíssima e que qualquer um de nós pode desenvolver.

Arritmias cardíacas são comuns

Recentemente fui procurado por um corredor com a seguinte dúvida: “Corro há muitos anos e nunca senti nada. Estou a treinar para a Maratona de Lisboae durante um treino leve, senti um disparo estranho no coração e muito cansaço. Inicialmente, não dei atenção e acabou passando, mas pouco depois senti de novo e resolvi parar o treino. O que é isto? Tenho que parar de correr? Sofro perigo de vida?” 

É preciso saber envelhecer !

O envelhecimento faz parte da experiência humana normal. Também o é correr progressivamente mais devagar com a idade. Na alta competição, o declínio na performance aflige alguns logo após os trinta anos, enquanto outros mantêm os seus melhores resultados pormuito mais tempo. São os exemplos de Carlos Lopes que aos 38 anos correu a maratona em 2h07m 12s e mais recentemente José Ramos nos Nacionais de pista nos 5.000 metros, com o oitavo melhor tempo do mundo no escalão dos 40 anos.

O joelho do fundista…

Todos os «stress» de tracção e pressão que se exercem sobre as diversas estruturas músculo-esqueléticas, tanto no treino como na competição, atuam como estímulos formativos, tornando-as mais resistentes, Essa adaptação é mais intensa nos jovens, embora se possa verificar também nos adultos. Se, por um lado, a falta de actividade física conduz à diminuição da quantidade de tecido ósseo e da mobilidade articular, o excesso de cargas pode desencadear fenómenos inflamatórios nas estruturas ligamentares e tendinosas, fenómenos degenerativos das articulações e mesmo fracturas de sobrecarga ou fadiga.