Tag: Quem sou eu

Vou contar a minha história / Helena Raposo

Tudo começa quando um dia decido concorrer para Oficial de Polícia. Na altura, tinha 18 anos e 68kg, um desastre. Sou filha de pais agricultores, que nunca puxaram muito para o desporto, e como tal, não incentivavam à prática do mesmo. O trabalho já por si era bastante exigente e para eles o desporto já era feito no campo. Confesso que em parte tinham alguma razão, mas o bichinho para a prática do exercício físico nasceu comigo e por isso, em adolescente nunca descorei do desporto escolar. Desde Corta- Mato, Ténis e futebol, sempre fui uma atleta nata.

Nada é impossível e toda a conquista começa com a decisão de tentar!Susana Rodrigues

Tudo começou quando tinha 15 anos e pesava 90kgs. O meu pai atleta de competição, que corria todos os dias com um grupo de amigos atletas, alertava-me o quanto era importante iniciar qualquer atividade desportiva, deixar o sofá e acima tudo os bolos, bolachas, chocolates, refrigerantes que faziam parte da minha rotina diária. Correr para mim era algo impensável com o qual não me identificava. Um dia fui desafiada por três raparigas que corriam com o meu pai e os amigos a fazer uma corrida/caminhada desde minha casa até à praia do Meco.

Não gostava de correr!… Geninha Andrade

Sim não gostava mesmo, mas sim adorava desporto mas com bola, onde fui federada durante alguns anos com a prática de treinos assíduos, estágios e jogos!.. Era um ritmo alucinante enquanto os estudos andavam lá pelo meio…

Boas pessoal, como é que é? Sou eu, o CarambaMan – Pedro Caramba

Olá a todos, o meu nome é Pedro Caramba, tenho 42 anos e todos me conhecem por Caramba. Ou CarambaMan. Ou ainda por Carambinha.

Bem, mas não é para vos falar de nomes que estou aqui. É para vos falar de como a corrida influencia a minha vida.

Como é que tudo começou: Voltemos bem atrás no tempo, à tenra idade de 10 anos. Vivia nessa altura no Alentejo e gostava imenso de assistir, na televisão, aos campeonatos de atletismo. Depois, saltava para a rua e, com os meus amigos ou sozinho, tentava replicar os sprints de 100metros, tal como tinha acabado de assistir. Nesse mesmo ano, surge um “revés” engraçado: nas aulas de Educação Física, o professor dá-me negativa no primeiro período, justificado pela pouca flexibilidade e porque “arrastava” os pés. Chamo-lhe revés, porque nunca mais tive negativas nesta disciplina. Isto porque sempre fui uma pessoa de batalhar e transformar as coisas negativas em positivas.

De tartaruga a unicórnio – Susana Amorim

Nunca fui uma atleta… Nunca! Também não era uma miúda parada, gostava de brincar na rua e fazia aquelas brincadeiras todas típicas dos anos 80/90 (sirumba, jogo do mata, elástico e afins). Acho que agora estas brincadeiras estão em vias de extinção, certo? No entanto, não era “jeitosinha” para tarefas que exigem alguma coordenação… estão a ver aquele miúdo que leva sempre com a bola na cara? Era eu! Por isso, sempre achei que a minha carreira desportiva iria acabar com as aulas de educação física. E, durante alguns anos, assim foi. Tornei-me uma “atleta de sofá”, com a velha desculpa que a faculdade consome muito tempo e energia. Ainda me inscrevi em ginásios mas, ou porque começava estágios, ou porque tinha de estudar, ou por dezenas de outras desculpas que todos nós conhecemos, ficava a pagar sem nunca colocar lá os pés.