Correr com saúde

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 Alguma vez viu um leão quando saiu de casa? Ou fugiu de um elefante? A verdade é que sem a necessidade de fugir de um animal selvagem ou de procurar comida para sobrevivermos, a preguiça ganha potencial.

Junte a isso o carro estacionado à porta, toda a tecnologia que temos em casa ou no trabalho e que nos auxilia em diversas tarefas e temos um cocktail propenso à inatividade. O mais assustador é sabermos que a inatividade conduz não só a uma série de doenças, como interfere na economia. De acordo com a Harvard School of Public Health, a inatividade foi associada a mais de 9 milhões de casos de doenças cardiovasculares em 2001, com um custo médico direto estimado em 24 mil milhões de dólares. Os dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) de 2012 mostram que a nível mundial a população se tornou realmente pouco ativa. Mais precisamente cerca de 31,1%de adultos, ou cerca de 1,5 biliões de pessoas, são consideradas sedentárias. Nos adolescentes o caso ainda é pior. Mais de 80%, entre os 13 a 15 anos, a nível mundial, são considerados inativos.

A América do Norte e a Europa lideram a pior das corridas, aquela que ninguém quer ganhar: 43,3% dos americanos e 34,8% dos europeus não chegam sequer aos mínimos recomendados pela OMS. No entanto, a corrida é renhida e começa a ter mais participantes: mais de 30% dos russos são inativos, acompanhados pelo Médio Oriente e seguidos de perto por 27% dos africanos. Na verdade, usando os dados da OMS e de outros grandes estudos a nível mundial, os investigadores do The Lancet determinaram que a inatividade está ligada a cerca de 6% de todos os tipos de doenças de cora- ção, a 7% dos casos de diabetes Tipo 2 e a 10%dos cancros do cólon e mama. Se, mesmo assim, ainda não está decidido a fazer uma corrida, saiba que caminhar depressa pode ser tão bom para controlar a pressão arterial, o colesterol e o risco de contrair diabetes como correr.

Quem o afirma é um estudo publicado na revista Asteriosderosis, Thrombosis and Vascular Biology que revela que o importante é a distância que se percorre e não o tempo. Ainda assim, tenha em atenção que segundo o autor do estudo “as pessoas que escolhem correr acabam por fazer o dobro do exercício que os que escolhem caminhar”. Jackie Joyner-Kersee, hepatleta americana reformada e vencedora de três medalhas de ouro olímpicas, afirma: ”A idade não é uma barreira. É uma limitação que cria na sua mente.” Traduzindo: todos podem participar numa corrida.

Venha correr por si mas também pelos outros. Acima de tudo, venha descobrir por que corre. Nós já sabemos porque o fazemos. E você?

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