Foz Coa Douro Trail Adventure

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O Douro é a mais recente aposta da Carlos Sá Nature Events e o Concelho de Vila Nova de Foz Côa é a base de lançamento deste projeto. Durante 4 dias os participantes puderam explorar esta região tendo sido o Centro de Alto Rendimento do Pocinho, o local escolhido para recarregar energias a cada novo dia de aventura!  

De 15 a 18 de Março, atletas vindos de várias partes do país e também da Alemanha, Espanha, Suíça, Gronelândia e Holanda, tiveram a oportunidade de correr ao longo dos vales do Douro e do Côa, descobrir castelos e a arte rupestre da região, correr com a paisagem deslumbrante das amendoeiras em flor, visitar as Aldeias Históricas de Portugal e sua cultura, provar a gastronomia local e partilhar momentos únicos nos trilhos deslumbrantes da região.

No dia 15 de Março, com partida na Aldeia de São Xisto no concelho de S. João da Pesqueira, os participantes tiveram a oportunidade de correr pelo interior das quintas de Vargelas e Arnozelo, terminando no fantástico Castelo de Numão, um local único e um dos muitos cartazes de visita do concelho de Foz Côa.

No dia seguinte, ainda com o dia a amanhecer e a sentir o frio das terras altas, os atletas começaram por descobrir a aldeia e o fantástico Castelo de Marialva com uma visita guiada pelos técnicos do turismo do Município da Meda. A etapa atravessava três concelhos e levou os participantes numa visita guiada pelas aldeias preservadas desta região: Cidadelhe no Concelho de Pinhel, Algodres, Almendra, Castelo Melhor e Orgal no Concelho de Foz Côa. Esta etapa terminou no centro de Vila Nova de Foz Côa.

No terceiro dia, depois de uma noite com muita chuva, a aldeia histórica de Castelo Rodrigo (situada a mais de 800 metros de altitude) recebeu os participantes coberta por um manto branco de neve! O cenário era arrebatador, como um mosaico de paisagens deslumbrantes!

Depois da visita às ruínas do palácio, guiada pela técnica do turismo, foi dado o tiro de partida em direção à aldeia de Barca D’Alva. Situada na linha de fronteira com Espanha, onde os Rios Águeda e Douro se encontram, Barca d’Alva ofereceu a todos os participantes as deslumbrantes paisagens de uma importante reserva natural, o Parque Natural do Douro Internacional.

Esta 3ª etapa parecia inacreditável: em poucas horas os atletas partiram de uma das mais belas aldeias históricas de Portugal coberta de neve e chegaram à meta com um sol quase primaveril, levando alguns dos mais corajosos a não resistir mergulhar no Rio Douro. É este micro clima único que torna os produtos desta região tão especiais, (Vinho, Azeite, Amêndoa,…) e merecedores de reconhecimento mundial.   

No dia 18, o Museu do Côa recebeu cerca de uma centena de atletas. Depois da visita guiada ao museu, onde foi possível viajar no tempo e perceber como os nossos antepassados comunicavam e espelhavam a sua arte, foi dada a partida para a última etapa desta aventura! Partindo do Museu do Côa os atletas seguiram em direção ao Rio Douro, atravessando a quinta das Tulhas e a Quinta do Vallado.

Mais uma vez, a meta no centro de Foz Côa foi o culminar para os quatro dias de aventura numa região que apresenta um potencial incrível para os desportos de natureza.

Todos foram vencedores, mas destacamos aqui os cinco melhores em cada categoria:

FCDTA: Top-5 

# Nome Tempo Dif. Ritmo/km
1 Javier Albañil Mogollón 08:42:49   04:11
2 Hugo marante lima 08:45:14 +02:25 04:12
3 João Tiago Dias 08:54:23 +11:34 04:17
4 Hélder Lemos 09:11:23 +28:34 04:25
5 Goreti Silva 10:32:47 +01:49:58 05:04

 

FCDTA Starter: Top-5 

# Nome Tempo Dif. Ritmo/km
1 José Ferreira  05:41:10   05:15
2 Daniel Grenha Fonseca  07:33:22 +01:52:12 06:59
3 Diana houtzager  08:27:03 +02:45:53 07:48
4 Miguel Marques  08:46:53 +03:05:43 08:06
5 Ana Isabel Oliveira  08:58:14 +03:17:04 08:17

 A próxima aventura já está marcada e será de 13 a 20 de Outubro de 2018! 

Não faltes! Inscrições e mais informações em https://carlossanatureevents.com/pt/fcdta

“Não é um panorama que os olhos contemplam: é um excesso de Natureza”.

Miguel Torga

“Socalcos que são passados de homens titânicos a subir as encostas, volumes, cores e modulações que nenhum escultor pintou ou músico podem traduzir, horizontes dilatados para além dos limiares plausíveis de visão.”

Miguel Torga