A síndrome do Piramidal

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A síndrome do Piramidal ou Piriforme caracteriza-se por dor na região glútea que se prolonga para a face posterior da coxa, podendo por vezes apresentar sensações de formigueiro ou dormência no pé. Trata-se de uma lesão frequente nos atletas de fundo, principalmente nos que estão nas faixas etárias dos 40 e 50 anos.

O que pode levar à Síndrome do Piramidal?

A síndrome do piramidal pode ser causada por um traumatismo directo (cair sentado, por exemplo) ou devido a um aumento de tensão do músculo piramidal que comprime o nervo ciático, provocando uma inflamação do mesmo.

Os sintomas mais comuns da síndrome do piramidal são:

– dor na região glútea que se prolonga para a face posterior da coxa;
– dor intensa quando tenta fazer a extensão do joelho;
– dor quando tenta alongar o Piramidal e os glúteos.

– alongamento do piramidal;

– alongamento dos isquiotibiais com flexão e extensão do joelho;

– Eletroacupuntura no nervo ciático.
Trata-se da única terapia que apresenta bons resultados no processo de diminuir a inflamação do nervo ciático.

– mobilização do nervo ciático.

Qual o melhor tratamento:
O processo de reabilitação de uma lesão tão complexa como esta síndrome, passa por intervir nas duas estruturas afectadas, ou seja, no músculo piramidal e no nervo ciático. Poderá passar também pela redução da intensidade dos treinos ou mesmo pela paragem da actividade:

Conclusão
A síndrome do piramidal ou piriforme é uma das lesões mais difíceis de debelar, por isso a sua prevenção é fundamental.
Para que isso aconteça o atleta de fundo deverá ter como preocupação o alongamento eficaz dos músculos piramidal e isquiotibiais.